Início de ano letivo!

Para começar mais um ano letivo com os meus pequenos do 1º ano preparei fichas para a escrita dos nomes próprios. Dessa vez as fichas ganharam figuras com as mesmas iniciais dos nomes! Dessa forma eu amplio a base fonológica das crianças a partir de uma informação bem particular, o seu nome! Ficaram lindas!



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Projeto Alfabeto das Frutas!


Pensei em uma maneira de alfabetizar os meus pequenos e ao mesmo tempo trazer sabor e prazer para sala de aula! Percebi que daria para fazer um alfabeto só com as frutas! Então, organizei as minhas ideias em um projeto que apresento agora para vocês!
Primeiramente pesquisei na internet quais são as frutas de A a Z. Com os nomes anotados em meu caderno fui para a pesquisa de imagens e desenhei, uma a uma, quase todas as frutas em tamanho grande para exposição na sala e bem coloridas. Algumas frutas eu preferi imprimir para acelerar o projeto. Quem preferir pode imprimir todas. Eu optei por desenhar porque gosto de fazer isso!
Então as fichas devem ter a imagem da fruta e o seu nome. 


Exemplo de algumas frutas que desenhei!

Se as turmas já estiverem caminhando bem em seu processo de alfabetização (já têm garantido reconhecimento da 1ª letra, por exemplo) o ideal é apresentar para os alunos mais de uma fruta iniciadas pela mesma letra. Exemplo: ABACAXI e ACEROLA. Se o alfabeto for para o início do ano letivo, por exemplo, e a intenção for dar apenas mais uma base fonológica para as crianças, você poderá optar por apresentar apenas uma fruta para cada letra do alfabeto!


O alfabeto foi ficando assim na minha sala!

Na internet vocês vão ter facilidade de encontrar as frutas de A a Z. Mesmo assim vou colocar uma relação aqui para vocês!

Frutas com A: ABACAXI, ABACATE, ACEROLA, AMORA, AMEIXA, AMÊNDOA, AVELÃ, AÇAÍ, ATA                          

Frutas com B: BANANA, BURITI   

Frutas com C: CAJÁ, CAJU,COCO, CACAU, CAQUI, CUPUAÇU,  CAJARANA, CARAMBOLA, CASTANHA, CEREJA 

Frutas com D: DAMASCO            
                                                               
Frutas com E: Nenhuma fruta

Frutas com F: FIGO, FRAMBOESA, FRUTA-PÃO

Frutas com G: GOIABA, GRAVIOLA, GUARANÁ, GROSELHA

Frutas com H: Nenhuma fruta
                                                                    
Frutas com I: INGÁ

Frutas com J: JACA, JAMBO, JABUTICABA, JENIPAPO, JATOBÁ

Frutas com K: KIWI 

Frutas com L: LARANJA, LIMÃO, LIXIA

Frutas com M: MAÇÃ, MANGA, MAMÃO, MARACUJÁ, MELANCIA, MELÃO, MORANGO, MURICI

Frutas com N: NOZ

Frutas com O: Nenhuma fruta

Frutas com P: PERA, PÊSSEGO, PITANGA, PITOMBA

Frutas com Q: Nenhuma fruta

Frutas com R: ROMÃ

Frutas com S: SAPOTI

Frutas com T: TANGERINA, TAMARINDO, TÂMARA, TOMATE

Frutas com U: UVA, UMBU

Frutas com V: Nenhuma fruta

Frutas com X: Nenhuma fruta

Frutas com Z: Nenhuma fruta 

Passo a passo:
1. Antes de expor a fruta/ficha na sala, perguntar para os alunos frutas que começam com a/s letra/s a ser/em trabalhada/s naquele dia. Aconselho trabalhar no máximo 3 frutas por dia para não tornar a atividade extensa e cansativa!
2. Os alunos vão respondendo e vocês vão registrando coletivamente os nomes das frutas na lousa e no caderno. Aproveite a oportunidade para levar os alunos a perceber a construção das sílabas dessas palavras. Para cada fruta, aproveitar para fazer o estudo da palavra: 1ª letra, última letra, número de letras, número de sílabas e quais são, se a palavra é pequena ou grande, etc.).               
3. Depois de registradas as palavras, colar as fichas em algum lugar visível da sala.
4. Para encerrar a atividade naquele dia, chamar os alunos para encontrar o nome de alguma fruta na lousa e circular. Nesse momento os alunos usarão os conhecimentos que já adquiriram da língua (1ª letra, última letra). Eles adoram essa parte!
5. Para encerrar o meu projeto fiz com os meus alunos uma degustação de algumas frutas! Dei preferência para frutas que eles não conheciam! Levei kiwi, pera, ameixa e abacaxi! 


Degustação da frutas!




                          
Atividades com frutas!







                             

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Projeto de São João!



Aqui vão dicas para quem nunca fez um projeto de São João com seus alunos e está super interessada em curtir esse momento tão gostoso!
O primeiro passo é preparar a sala para receber o projeto! Espalhe pela sala enfeites de EVA, bandeirinhas, chapéus, etc. Providencie também músicas para ouvir com seus alunos!
O projeto que vou apresentar aqui tem o objetivo de trabalhar a pluralidade cultural (sugerido nos Parâmetros Curriculares Nacionais). Os diferentes modos de viver devem ser respeitados e valorizados!
Através deste projeto os alunos irão conhecer hábitos alimentares, modos de vestir, falar e comemorar do homem do campo.
Assim ficou a minha salinha depois de enfeitada!



1° dia


Leve os alunos a perceberem os enfeites da sala.
Converse sobre as festas juninas e seus símbolos! Ouça o que os seus alunos já sabem sobre o assunto. E contribua com mais informações sobre sua origem e costumes.
Trabalhar o texto 'Adoro festa junina' (fazer cópia na lousa/caderno, entregar o texto xerocado para os alunos ou fazer um cartaz).




Leia o texto para a turma e peça para que encontrem algumas palavras levando em consideração a primeira e última letra. Os alunos podem ir até o cartaz apontar ou circular no seu prórpio texto. Exemplo de palavras: festa junina, Carolina, pipoca, quadrilha. Destaque essas palavras. Peça para que façam um desenho para ilustrar o texto!
Outros textos também podem ser usados com essa mesma intenção. Exemplos:


Sugestão de atividade para casa: perguntar aos pais o que eles sabem sobre os santos juninos (tema da próxima aula!) e pedir para que eles conversem com seus filhos para que tragam conhecimento para sala de aula.

2º dia


Retomar a tarefa de casa (o que as crianças trouxeram de informação).
Contar a influência dos santos (Antõnio, João e Pedro) nas festas juninas (faça uma pesquisa antes!).
Expor na sala as imagens dos santos com seus nomes.
Pode ser feito também brincadeira de advinhação!
Exemplos:
1. Feito de palha, na cabeça eu fico. Protejo do sol e da chuva. Deixo o caipira bonito! (chapéu)
2. No fogo pula, pula até virar do avesso. Ficar branquinha, branquinha, quentinha e gostosinha. (pipoca)
3. Trabalha bem. Corta matinho num vai e vem. (enxada)
4. Deixo a festa bonita. O vento me faz balançar. Sou de cores variadas. Vocês vão me cortar! (bandeirinha)
5. Gostoso e cheiroso, moreninho eu sou. Com amendoim e rapadura pronto, prontinho estou. (pé-de-moleque)

3º dia

                                           


Converse com as crianças sobre o modo de se vestir do homem do campo (se possível, mostre imagens!)
Atividade xerocada: pintar, recortar e vestir o menino e a menina do campo!


                                     (escanear)





Outro momento importante das festas juninas são as brincadeiras!
Na minha sala a brincadeira foi a Boca do Espantalho!


Sugestão de atividade para casa: pesquisar sobre as comidas típicas (assunto da próxima aula!)

4º dia


Conversar com as crianças sobre as comidas típicas (bolos, tapioca, pé-de-moleque, pipoca, aluá, milho, canjica, cocada, etc.).
Aproveite a oportunidade e escreva essas palavras no quadro/caderno e trabalhe a consciência fonológica da turma!
Degustação de algum prato típico! Ou até mesmo preparar uma dessas comidas com os alunos!
No meu projeto levei pé-de-moleque!


Depois de saborear uma comidinha bem gostosa, responder uma tarefinha!
Abaixo várias dicas prontinhas!






5º dia


Para encerrar o projeto, retome tudo o que foi visto nas aulas! Deixe os alunos falarem a vontade! Perceba se os pontos importantes foram lembrados.
Pintura da capa para agrupar as atividades!
Sugestões:





Não esqueça de convidar a todos para o dia da festa!
Sugestão de convites!



Bom projeto e VIVA SÃO JOÃO!   
Mais fotos do projeto aqui!                                        
                 

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Orgulho!


Cabra da peste

Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas nunca esmorece, procura vencê,
Da terra adorada, que a bela cabôca
Com riso na bôca zomba no sofrê.

Não nego meu sangue, não nego meu nome,
Olho para fome e pergunto: o que há?
Eu sou brasilêro fio do Nordeste,
Sou Cabra da Peste, sou do Ceará.

Tem muita beleza minha boa terra,
Derne o vale à serra, da serra ao sertão.
Por ela eu me acabo, dou a prope vida,
É terra querida do meu coração.

Meu berço adorado tem bravo vaquêro
E tem jangadêro que domina o má.
Eu sou brasilêro fio do Nordeste,
Sou Cabra da Peste fio do Ceará.

Ceará valente que foi muito franco
Ao guerrêro branco Soares Moreno,
Terra estremecida, terra predileta
Do grande poeta Juvená Galeno.

Sou dos verde mare da cô da esperança,
Qui as água balança pra lá e pra cá.
Eu sou brasilêro fio do Nordeste,
Sou Cabra da Peste, sou do Ceará.

Ninguém me desmente, pois, é com certeza
Quem qué vê beleza vem ao Cariri,
Minha terra amada pissui mais ainda,
A muié mais linda que tem o Brasi.

Terra da jandaia, berço de Iracema,
Dona do poema de Zé de Alencá
Eu sou brasilêro fio do Nordeste,
Sou Cabra da Peste, sou do Ceará.

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"Pai nosso que estais no céu!"


Os alunos estavam pintando e alguns começaram a rezar (deve ser um costume de casa por que em sala de aula não faço orações com os alunos).
VINÍCIUS: "Pai nosso que estais no céu... (o restante foi embromação)... em nome do mal, amém!"

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Novo ministro da Educação Aloízio Mercadante e o Piso salarial do professores!

“A valorização do professor começa pelo piso”, diz Mercadante


Em entrevista ao iG, ministro afirma que reajuste tem amparo legal e defende recursos do pré-sal para auxiliar municípios.

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, valorizar os professores brasileiros é meta fundamental para o País. Desde que assumiu o comando do ministério, ele anunciou a distribuição de tablets para os docentes do ensino médio, programas de formação, bolsas de estudo. Mas admite que cumprir o piso salarial do magistério deve ser a primeira medida de Estados e municípios para valorizar esse profissional.
Em entrevista ao iG, Mercadante afirmou que essa não é uma tarefa fácil e que há um limite de contribuição do ministério nesse sentido. “Temos outras responsabilidades a cumprir no apoio às prefeituras”, lembra. Garantir recursos do pré-sal para a educação, na opinião dele, pode ser uma boa solução para auxiliar os gestores municipais e estaduais a garantir melhores salários aos educadores.
Durante a conversa de quase uma hora, o ministro ressaltou que os cálculos feitos pelo MEC para reajustar o valor do piso são baseados em determinações legais – rebatendo de forma discreta as críticas feitas pelo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, de que o ministro teria “opinião furada” sobre esse assunto.
Em pouco mais de um mês à frente do MEC – cujo orçamento é dez vezes maior do que o da Ciência, Tecnologia e Inovação, antigo cargo de Mercadante –, o ministro se diz maravilhado com o desafio. “É um ministério complexo, com uma agenda dinâmica, dimensões imensas. Eu considero o maior desafio estratégico do Brasil ter uma educação de qualidade para todos”, afirma.
Nos próximos meses, Mercadante espera anunciar novos projetos para a alfabetização e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Um novo programa para a educação no campo será anunciado ainda este mês. Confira os principais trechos da entrevista:

iG: Ministro, quais serão suas prioridades à frente do Ministério da Educação?
Aloizio Mercadante: Nosso primeiro esforço é acelerar o programa de creches e pré-escolas. Nós estamos contratando 1,5 mil creches por ano, no entanto, as prefeituras só estão conseguindo construir as creches num prazo de dois anos e meio. Montamos uma força-tarefa para, nos próximos 60 dias, verificarmos quais as medidas complementares podemos oferecer aos prefeitos e estamos terminando um estudo com o Inmetro para oferecermos serviços de engenharia de novos métodos construtivos, tipo estruturas pré-moldadas e novas tecnologias para acelerarmos isso. A deficiência é grande. Na pré-escola, estamos com 80% dos alunos matriculados, mas na creche temos em torno de 26% de cobertura.
A segunda grande prioridade é alfabetizar na idade certa. Essa eu diria que é uma das grandes prioridades dessa gestão, porque nós temos uma disparidade muito grande. Só 4,9% das crianças do Paraná não são alfabetizadas até os 8 anos de idade. Em Santa Catarina, 5,1%, para darmos bons exemplos. Quando você vai para o Nordeste, em Alagoas, 35% das crianças não são alfabetizadas na idade certa. Quando há creche e pré-escola, você tem mais chance de alfabetizar na idade certa, por isso esse nosso esforço. Nós temos de formar os professores de forma continuada; ter material pedagógico consistente e disponível; precisamos motivar os professores, premiando e valorizando os resultados que venham a ter e temos de avaliar as crianças.

iG: O programa alfabetização na idade certa vai incluir todas essas ações? Quando ele começará a funcionar?
Mercadante: Todas. É um projeto bem completo. Analisamos as melhores experiências do Brasil para formatar esse projeto. Nesta quinta-feira, vou participar do encontro do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação) e quero discutir o projeto com eles. É importante ouvir deles contribuições, esse tem de ser um grande pacto nacional. Nós vamos disponibilizar recursos, materiais, formação para os professores e motivá-los no programa. O melhor instrumento para isso é um novo programa, o Escola sem Fronteiras, que promoverá estágios desses professores nas melhores escolas do Brasil e do exterior. O pessoal da Capes está estudando as modalidades possíveis, mas estamos pensando no período das férias.


Ranking: Porcentual de alunos com aprendizado adequado à série por cidade

iG: O programa também prevê a oferta de bônus financeiro aos professores que tiverem bons resultados?
Mercadante: Até agora, a forma que achamos mais consistente de estimular os professores é com a bolsa do Escola sem Fronteiras. Também tem de dar algum estímulo para escola. Ela também tem de ser valorizada pelos resultados. Nós vamos discutir com os secretários de Educação para concluirmos o desenho desse programa em parceria, de forma consistente.
Nós estamos lançando também ainda agora em março, o Pronacampo. Só 15,5% dos jovens do campo estão no ensino médio. No campo, 23,2% de todas as pessoas com mais de 15 anos não estão alfabetizadas. O campo precisa ter um outro olhar por parte do Estado.

iG: O senhor poderia adiantar quais serão as ações práticas desse programa?
Mercadante: Toda a produção de material didático vai ser nova, focada no campo. Vamos oferecer também um programa de formação de professores voltado para isso; construir novas escolas, inclusive escolas com alojamentos. Nos últimos sete anos, tivemos mais de 30 mil escolas fechadas no campo. Estamos fixando também que, para fechar uma escola, a prefeitura ou Estado seja obrigado a consultar os conselhos estaduais e municipais de educação. Vamos estabelecer alguns critérios para o fechamento de escolas acontecer. Às vezes, é necessário, mas tem havido uma política de reduzir despesas, transferindo o ônus para o aluno. É muito mais fácil e barato para uma prefeitura, em vez de ter uma escola no interior, comprar um ônibus e fazer o aluno andar 100 km pra ir e mais 100 pra voltar.
No ensino médio, o que nós identificamos é uma evasão escolar muito alta. Uma parte é por causa da defasagem idade-série que vai se acumulando e se manifesta no ensino médio com o abandono da escola. A outra é que, para grande parte dos alunos, é preciso associar trabalho e educação, o que vamos fazer com o Pronatec. Além disso, a escola precisa ficar mais interessante. Um dos instrumentos mais importantes e rápidos nesse sentido é a distribuição do tablet com projetor digital, para que o professor melhore e crie um ensino interativo na sala de aula. Estamos distribuindo lousa digital, vamos dar toda a produção do Khan Academy, traduzida em parceria com a Fundação Lemann, e o Portal do Professor já tem 15 mil aulas prontas. Esse material vai dar um salto de qualidade na sala de aula.


iG: O senhor acredita que distribuir esse material muda a divisão cultural entre professores e alunos no que diz respeito à tecnologia?
Mercadante: O arranjo social da escola é do século 18. Os professores são do século 20 e os alunos, do século 21. Eles são nativos digitais. Temos que chegar no aluno. Começando pelo professor, a gente chega mais seguro. É inimaginável um professor do século 21 não poder entrar no Google. Isso vai mudar. Nós já vamos até aumentar a distribuição. Além de dar o tablet aos professores do ensino médio, vamos estender o programa para todos os alunos que participam do
Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid). Os universitários que estão se formando e fazendo estágio na escola pública vão ter o equipamento, para que eles cheguem na escola preparados para trabalhar novas tecnologias para a educação. Fizemos um seminário com 27 grupos de pesquisa do País na semana passada e a avaliação da inclusão digital na escola é excelente. Estamos montando um relatório completo agora. Todos têm a avaliação de que o processo gera motivação, criatividade, interatividade. É uma mudança de paradigma, que o Brasil tem de enfrentar.

iG: O senhor falou da importância de valorizar o professor, dar estímulos, oferecer tecnologia e formação para que eles trabalhem melhor. Mas não é preciso dar melhores salários e carreira para que essa valorização ocorra?
Mercadante: Não há nenhuma tecnologia que possa substituir a relação professor-aluno, agora essa relação pode melhorar com boas tecnologias educacionais. A primeira forma de valorizarmos o professor hoje é cumprir o piso. Eu reconheço que é um reajuste forte e que há dificuldades reais. Agora, nós estamos falando em pouco mais de dois salários mínimos. Se nós quisermos ter professores de qualidade no Brasil, é preciso oferecer salários atraentes. Se não, tudo o mais que estamos falando não vai acontecer a médio prazo. Além disso, há a discussão da jornada, que deve ser um objeto de ampla negociação com os professores e entidades sindicais. A hora-atividade não pode ser tratada como uma questão trabalhista, desassociada de uma dimensão pedagógica.


"Eu reconheço que é um reajuste forte e que há dificuldades. Agora, estamos falando em pouco mais de dois salários mínimos. Se nós quisermos ter professores de qualidade no Brasil, é preciso oferecer salários atraentes. Se não, tudo o mais que estamos falando não vai acontecer a médio prazo”

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